segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Crônica da falta de decoro

Semana passada sofri do peito. Doeu. O medo virou dor? Medo de quê, de morrer? Afinal, ninguém sabe pra onde vai ao morrer. Então, medo de quê? Será que o outro lado é pior? Na dúvida, no que eu não sei, não devo ter medo. Quer saber? Caguei.


Decoro? Improviso do presidente que gosta de improvisar porque não tem saco pra decorar. Eu gosto disso. Por que presidente não pode falar palavrão? Eu posso, tu podes, por que ele não pode? Não é assim a lógica da conjugação, na conjugação não há um não. Todo mundo pode, porque alivia o peito, que semana passada doeu. Por isso que o Lula sorri e é feliz, ele conjuga vida, ofício, tudo junto. Praticamente um Buda caboclo, que gosta de viver.

Um comentário:

Anônimo disse...

finalmente alguem pra criticar o falso moralismo. afinal de contas, falar palavrao em determinadas ocasioes nao significa falta de competencia.
agree, dear watson.
melhoras aí pra esse coração carregado de tantas emoções. medite, respire fundo, faz bem.
bjs